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Prêmio de Inovação do Grupo Fleury (PIF)

A quinta edição do Prêmio de Inovação do Grupo Fleury (PIF) já está com as inscrições abertas e este ano traz novidades! Além da tradicional premiação de artigos científicos, que busca reconhecer os talentos da pesquisa nacional no desenvolvimento de novas técnicas em medicina diagnóstica, um desafio de aplicações para Exoma e um prêmio de startups de saúde completam o evento de 2019.

Para mais informações, acesse o site fleurylab.com.br. Lá, você pode ler o edital e fazer sua inscrição até 30 de setembro.

SAIBA MAIS SOBRE O PIF

O Prêmio de Inovação do Grupo Fleury (PIF) nasceu em 2015, com o objetivo de reconhecer e divulgar projetos altamente inovadores oriundos da pesquisa nacional, com foco na área da saúde. Nas edições anteriores, graduandos, mestrandos, doutorandos, pós-doutorandos e pesquisadores de startups apresentaram seus trabalhos a uma banca de renomados pesquisadores brasileiros.

Em sua quarta edição, realizada em 2018, o destaque foi o artigo científico de Carolina Moretto Carnielli, entre outros autores, do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio-CNPEM), sobre busca de assinaturas de prognóstico em câncer de boca, utilizando técnicas de proteômica – ciência da biotecnologia que analisa proteínas em amostras biológicas. O trabalho foi duplamente eleito na categoria “Artigo” pelos júris técnico e popular.

“O estudo descobriu uma assinatura de prognóstico para câncer de boca, por meio de exames clínicos e de imagens, que apresenta um grande potencial de orientar os profissionais da saúde a superarem as limitações do prognóstico realizado atualmente, assim como permite guiar as estratégias de tratamento personalizadas para pacientes com câncer de boca e, com isso, reduzir recorrências e metástases cervicais do câncer”, explica Carolina.

Na categoria Patente, o trabalho premiado pelo júri técnico foi o método de identificação de biomarcadores para doenças mentais graves, por ressonância magnética nuclear e quimiometria, apresentado por Mirian Hayashi, integrante da equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que estudam o método.

“Empregamos uma metodologia baseada na análise do sangue de compostos resultantes de um conjunto de reações enzimáticas, que permitem diferenciar indivíduos mentalmente saudáveis de portadores de transtornos. Essa metodologia tem o potencial de emprego como biomarcadores para o diagnóstico destes transtornos e também tem sido utilizada para o entendimento da neurobiologia envolvida nestas doenças, que estão sendo estudadas pela equipe”, explica Mirian.

Ainda na categoria Patente, o júri popular escolheu a iniciativa que versa sobre a bioinformática aplicada ao diagnóstico, utilizando técnicas de proteômica, apresentada por um de seus inventores, Paulo Costa Carvalho, da Fiocruz Paraná. No momento do estudo, os pesquisadores estavam utilizando a metodologia no diagnóstico de bactérias resistentes em colaboração com o Instituto Pasteur de Paris (França).

“Metodologias baseadas em proteômica são capazes de identificar e quantificar proteínas em larga escala. Por isso, atualmente, é inconcebível analisar qualquer processo biológico sem considerá-las. Nossa invenção tem como objetivo estabelecer uma nova metodologia de diagnóstico, utilizando a proteômica associada à inteligência artificial e à bioinformática”, explica Paulo.

A iniciativa de valorização do conhecimento acadêmico é um dos pilares do estímulo à inovação do Grupo Fleury. De acordo com Jeane Tsutsui, Diretora Executiva de Negócios, a Companhia reafirma o compromisso com a inovação por meio do Prêmio de Inovação do Grupo Fleury. “Essa interação forte entre os centros de pesquisa traz inovação em novos produtos e serviços, além de estreitar ainda mais o relacionamento da Empresa com as Universidades”, completa.

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